sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Artesanato

Apenas uma partilha de algo que gostei...

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Porquê?

Porquê?

As emoções são fortes;

Os sentimentos mais intensos;

A necessidade de carinho cria maior intimidade, maior empatia, maior confiança;

As birras não são de mimo, são mais intensas... nem sei se se podem chamar birras;

As suas exigências são mais reais, não são Barbis nem Action Man's, muitas vezes nem são materiais.

Trabalham com mais motivação, empenham-se verdadeiramente pois sentem que são capazes e que alguém está realmente a tomar atenção.

São criativos, não têm a cabeça cheia de ideias pré-concebidas.

Não tentam preencher expectativas demasiado altas, na verdade geralmente não esperam muito deles (injustamente!!!)

São tão carinhosos... assim que conseguimos passar aquela barreira;

É difícil? Sim , muito.
É esgotante? Por vezes. Muitas vezes.
Vale a pena? Sem dúvida!

Dão-lhes todo o tipo de nomes "crianças carenciadas", "crianças difíceis"... são apenas crianças!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A preto e branco?

De uma lista enorme, escolhi o mais improvável.

Uns eram recentes, outros nem por isso. Muito cor de rosa ou azuis, cores neutras e suaves... Escolhi aquele que falava a preto e branco. Na verdade mais a preto do que a branco.

Nessa noite não conseguia dormir... insónias como as que me atacam hoje, ou talvez não... seriam mais aquele tipo de insónias de quem acabou de tomar uma decisão difícil. O convite de uma amiga de há muitos anos para ir beber um café soube muito bem. Com uns quantos colegas dela que eu já conhecia, outros nem por isso. Ali estava eu no meio de alguns futuros psicólogos e professores.

Foi então que um deles me disse:

- Já sei que vais para a Associção. Como te sentes?
- Um bocado nervosa... Na verdade muito. Como é que é aquilo?

Ele também estava lá trabalhar. Ele no centro de jovens (dos 14 aos 18 anos). Eu ia para o centro sócio-educativo (dos 4 aos 14).

- Bem, não é fácil. És mulher, tens essa vantagem. Aceitam melhor as mulheres do que os homens. Sou visto como uma espécie de autoridade demasiado severa, ou de fonte de competição. O meu carro que o diga. - Sorriu.

Sorri também. Aquela conversa não era bem o que estava à espera. Demasiado sincera, acho.

- Mas foste tu que escolheste, certo?
- Sim.
- Isso é bom. Se escolheste é porque de certa forma gostas desse tipo de trabalho.

Sorri. Foi, realmente, por isso que o escolhi. Mas isso não atenuava o meu nó no estômago.

- Não vai ser fácil, mas o mais importante é que gostas e vais ver que isso te ajuda a superar as dificuldades.

Já foi há dois anos e continuo a ter saudades...

segunda-feira, 7 de abril de 2008

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

"Onde vais buscar ideias para posts?"

Pois é... parece que recebi um memé... LOL

Para ser sincera não sabia o que era, mas agora que já sei... Aqui vai!!

As ideias surgem da minha enooooooorme prática profissional :D Infelizmente nem sempre posso dizer aquilo que me apetece e vejo demasiadas burrices que vou postando aqui sob a forma de "desabafos". Outras vezes fico mesmo, mesmo entusiasmada com alguma actividade que fiz com os ninos e como não há muita gente que me quer ouvir, até porque para quem não é da área deve ser mesmo muito chato ouvir-me a falar dos putos a toda a hora (eu sei, eu sei... sobra sempre para ti!!!) escrevo sobre isso. Quem sabe até não ajuda alguém com falta de ideias para trabalhar com as suas pestinhas?!

Obviamente que como sou muito preguiçosa isso se verifica na quantidade estonteante de posts que eu escrevo :D mas estou a tentar melhorar nesse aspecto (vês eu até te dou ouvidos...)

Bem, como tem de de ser passado, passo o memé ao blogue Brincos de Cereja.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

"I hang my head and I advertise
A soul for sale or rent
I have no heart, I'm cold inside (...)"

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Brilho

Há realmente pessoas que não conseguem ver que o seu maior tesouro está a perder o brilho...
Então enterram-no mais um pouco para não terem de o ver perder a luz e desculpam-se a si próprias, por um mal de que só a si se podem culpar.
Enquanto isso a pequena borboleta vai perdendo o seu brilho e a sua cor... as suas asas desfazem-se e aos poucos perde a capacidade de voar. Aquela capacidade que só agora começava a dominar.
Em seu torno ninguém vê... ninguém sente, ninguém a ajuda a recuperar esse brilho e essa magia que lhe permitem voar.
Estará o seu voo para sempre condenado?

Fonte da imagem